sábado, 30 de julho de 2011

Papel rasgado. Copo vazio. Tarde de domingo. Chamada perdida. Carta não enviada. Lençol desarrumado. Rascunho amassado. Lágrima contida. Sapatos jogados pela sala. Um corpo cansado caído no sofá - paisagem que respira em meio à natureza morta. Tudo incompleto, inacabado. Havia equilíbrio na cena, cada objeto e célula se unindo na semelhança do vazio. O conjunto da desesperança.

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